
A evolução do minimalismo: da estética à ética do espaço
A casa minimalista moderna funciona como um observatório do tempo e das estações. Ao adotar sistemas de grandes vãos que deslizam com uma fluidez quase etérea, transformamos o ato de abrir uma janela num ritual de reconexão.
Esta fluidez (o conceito de In & Out) redefine a planta livre. Onde termina a sala e começa o terraço? Na arquitetura ética, essa resposta é deliberadamente ambígua. A continuidade do pavimento e a ausência de soleiras visíveis são as ferramentas que permitem esta coreografia espacial.


